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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Ph INTESTINO DELGADO - INTESTINO DELGADO E A ABSORÇÃO DE NUTRIENTES - INTESTINO DELGADO E SUA IMPORTÂNCIA

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É no intestino delgado que ocorre a maior parte da digestão dos nutrientes, bem como a sua absorção, ou seja, a assimilação das substâncias nutritivas.

O ph do intestino delgado é alcalino. Se não estiver alcalino não consegue fazer essa absorção e assimilação dos nutrientes. 

Intestino Delgado


Intestino delgado é uma parte do tubo digestório médio, situado entre o estômago e o intestino grosso.

Pode ser dividido em três regiões: Duodeno – Jejuno e Íleo

- O duodeno é a primeira porção e recebe o conteúdo do estômago. Quando esse conteúdo é empurrado para o intestino delgado, é muito ácido, portanto essa parte é tolerante a pHs baixos.

- Logo após a entrada, o duto pancreático excreta enzimas pancreáticas ao alimento sendo digerido. Essas enzimas reduzem a acidez do alimento antes que ele chegue à parte do intestino delgado que não é tolerante a pHs baixos.

 - O duto biliar, que carrega a bile do fígado, também se esvazia no duodeno e é responsável por quebrar gorduras do alimento.

- O íleo é a maior parte e é responsável pela absorção de vitamina B12 e o processamento final de carboidratos e proteínas. O final do íleo é onde o intestino delgado e o grosso se encontram e também onde fica localizado o apêndice.

Duodeno

O duodeno é a primeira parte do intestino delgado. O processo de quebra continua com as enzimas do pâncreas e a bile do fígado. Novamente, o peristaltismo ajuda a misturar esses sucos.
A seção seguinte do intestino delgado é o jejuno, seguido pelo íleo, que leva direto ao intestino grosso. Essas duas partes tem como função principal absorver os nutrientes e a água mais do que quebram o alimento.



Jejuno

Porção intermediária do INTESTINO DELGADO, entre o DUODENO e o ÍLEO.

Íleo

A porção mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO.

Duodeno
Resumindo podemos dizer que no duodeno todos os alimentos iniciam sua digestão.

Muitos alimentos de composição simples (amido e açucares) e com pouca fibra são completamente digeridos e absorvidos para o sangue no duodeno, de forma que nem chegam ao intestino delgado.
No duodeno atuam a bile e também o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas.

 A bile: é produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar. O pH da bile oscila entre 8,0 e 8,5. Os sais biliares têm ação detergente, emulsionando as gorduras (fragmentando suas gotas em milhares de microgotículas).

O suco pancreático, produzido pelo pâncreas, contém água, enzimas e grandes quantidades de bicarbonato de sódio. O pH do suco pancreático oscila entre 8,5 e 9. Sua secreção digestiva é responsável pela hidrólise da maioria das moléculas de alimento, como carboidratos, proteínas, gorduras e ácidos nucléicos.

Jejuno e íleo 
- ao longo dessas duas regiões a digestão continua e grande parte dos nutrientes é absorvida pelo sangue.
A absorção dos nutrientes ocorre através de mecanismos ativos ou passivos, nas regiões do jejuno e do íleo. A superfície interna, ou mucosa, dessas regiões, apresenta, além de inúmeros dobramentos maiores, milhões de pequenas dobras (4 a 5 milhões), chamadas vilosidades; um traçado que aumenta a superfície de absorção intestinal.

Localizando o intestino delgado no corpo

O intestino delgado fica localizado entre o estômago e o intestino grosso, e é envolvido pela cavidade abdominal. Ele pode ser encontrado no abdome, coberto por uma fina camada gordurosa. Por dentro, ele contém dobras -- a maioria das quais são alimentadas por vasos sanguíneos, contidos em uma membrana que o mantém unido. Essa é chamada mesentério.



Tamanho do intestino delgado

O intestino delgado pode alcançar o comprimento de até 7 m. É muito mais longo que o intestino grosso. Ele é muito mais fino que o intestino grosso, por isso é chamado de "delgado".

É no intestino delgado que ocorre a maior parte da digestão dos nutrientes, bem como a sua absorção, ou seja, a assimilação das substâncias nutritivas.
A mucosa do intestino delgado secreta o suco entérico, solução rica em enzimas e de pH aproximadamente neutro.

No intestino, as contrações rítmicas e os movimentos peristálticos das paredes musculares, movimentam o quimo, ao mesmo tempo em que este é atacado pela bile, enzimas e outras secreções, sendo transformado em quilo.
  • quimo (suco alimentar) que vem do estômago. Ao término do processo digestório, o conjunto de substâncias resultantes forma um líquido viscoso de cor branca chamado quilo.
As membranas das próprias células do epitélio intestinal apresentam, por sua vez, dobrinhas microscópicas denominadas microvilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as vitaminas.


Os nutrientes absorvidos pelos vasos sanguíneos do intestino passam ao fígado para serem distribuídos pelo resto do organismo.

Os produtos da digestão de gorduras (principalmente glicerol e ácidos graxos isolados) chegam ao sangue sem passar pelo fígado, como ocorre com outros nutrientes.

Absorção de nutrientes no intestino delgado

O álcool etílico, alguns sais e a água, podem ser absorvidos diretamente no estômago. A maioria dos nutrientes são absorvidos pela mucosa do intestino delgado, de onde passa para a corrente sanguínea.
Aminoácidos e açúcares atravessam as células do revestimento intestinal e passam para o sangue, que se encarrega de distribuí-los a todas as células do corpo. O glicerol e os ácidos graxos resultantes da digestão de lipídios são absorvidos pelas células intestinais, onde são convertidos em lipídios e agrupados, formando pequenos grãos, que são secretados nos vasos linfáticos das vilosidades intestinais, atingindo a corrente sanguínea.
Depois de uma refeição rica em gorduras, o sangue fica com aparência leitosa, devido ao grande número de gotículas de lipídios. Após uma refeição rica em açúcares, a glicose em excesso presente no sangue é absorvida pelas células hepáticas e transformada em glicogênio e sendo convertida em glicose novamente assim que a taxa de glicose no sangue cai.

Absorção de água e de sais

Os restos de uma refeição levam cerca de nove horas para chegar ao intestino grosso, onde permanece por três dias aproximadamente. Durante este período, parte da água e sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou de resíduos), se solidifica, transformando-se em fezes. Cerca de 30% da parte sólida das fezes é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são constituídos por sais, muco, fibras, celulose e outros não digeridos. A cor e estrutura das fezes são devido à presença de pigmentos provenientes da bile.

Resumo

Suco digestivo
Enzima
pH ótimo
Substrato
Produtos
Saliva
Ptialina
neutro
polissacarídeos
maltose
Suco gástrico
Pepsina
ácido
proteínas
oligopeptídeos
Suco pancreático
Quimiotripsina
Tripsina
Amilopepsina
Rnase
Dnase
Lipase
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
proteínas
proteínas
polissacarídeos
RNA
DNA
lipídeos
peptídeos
peptídeos
maltose
ribonucleotídeos
desoxirribonucleotídeos
glicerol e ácidos graxos
Suco intestinal ou entérico
Carboxipeptidase
Aminopeptidase
Dipeptidase
Maltase
Sacarase
Lactase
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
oligopeptídeos
oligopeptídeos
dipeptídeos
maltose
sacarose
lactose
aminoácidos
aminoácidos
aminoácidos
glicose
glicose e frutose
glicose e galactose


O suco entérico
O suco entérico (ou intestinal) é produzido pelas células da parede do intestino delgado.  Em sua composição, existem muco e enzimas que deverão completar a digestão dos alimentos. As principais enzimas presentes são:
  • sacarase, que atua na digestão da sacarose, liberando glicose e frutose;
  • lactase, que atua na lactose (dissacarídeo presente no leite), desdobrando-a em galactose e glicose;
  • maltase, que atua nas moléculas de maltose formadas na digestão prévia doa amido, liberando moléculas de glicose;
  • nucleotidases, que atuam nos nucleotídeos formados na digestão dos ácidos nucléicos, liberando pentoses, fosfatos e bases nitrogenadas;
  • peptidases, que atuam nos peptídeos, levando à liberação de aminoácidos.

Função do intestino delgado


O intestino delgado é responsável por absorver a maioria dos nutrientes encontrados nos alimentos.

Quando o alimento ingerido chega a ele, já foi mecanicamente quebrado em líquido.

 À medida que esse líquido flui pela superfície interna do intestino delgado (que tem muitas pequenas dobras, para aumentar a área da superfície), os nutrientes dos alimentos entram em contato com os muitos pequenos vasos sanguíneos que o cercam.

O sangue então sai, carregando os nutrientes, eletrólitos da água, vitaminas, minerais, gorduras e medicamentos por todo o corpo.

 Pode levar entre três e seis horas para que o alimento passe entre as extremidades do intestino delgado e isso depende de sua composição; aqueles que contêm muita fibra movem-se mais rápido.

Benefícios de um intestino delgado saudável

Os benefícios de ter um intestino delgado saudável:
- Por ser a parte do sistema digestivo responsável pela absorção. Ele é muito vascularizado, o que significa que tem muito sangue circulando. Portanto, nutrientes, vitaminas e medicamentos podem entrar no corpo de forma rápida e eficiente logo após deixarem o estômago.
 -Durante o curso de um dia normal, ingerimos numerosas bactérias, parasitas e vírus. As grandes áreas de superfície da mucosa do intestino delgado representam um grande portal em potencial de entrada para estes patógenos.
- O intestino delgado serve como uma grande barreira imunológica, além do seu importante papel na digestão e na função endócrina.
Como resultado da exposição antigênica constante, o intestino possui células linfoides abundantes (p. ex., linfócito T e B) e células mieloides (macrófagos, neutrófilos, eosinófilos e mastócitos). Para lidar com a constante inundação de toxinas e antígenos em potencial, o intestino evoluiu em um mecanismo altamente organizado e eficiente para o processamento antigênico, imunidade humoral e imunidade celular.




Secreções que atuam no intestino delgado
  • Bile – secreção do fígado armazenada na vesícula biliar. Ela é lançada ao duodeno através de um canal e não contém enzimas digestivas; mas os sais biliares separam as gorduras em partículas microscópicas, funcionando de modo semelhante a um detergente, o que facilita a ação das enzimas pancreáticas sobre os lipídios;
  • Suco pancreático – é produzido pelo pâncreas. Possui várias enzimas que atuam na digestão das proteínas, dos carboidratos e dos lipídios;
  • Suco entérico – é produzido pela mucosa intestinal. Possui enzimas que atuam na transformação das proteínas, dos carboidratos, entre outras substâncias.
http://www.todamateria.com.br/intestino-delgado/
http://www.sobiologia.com.br/
http://www.mundovestibular.com.br/
http://www.misodor.com/ANATOFISIOINTDELGADO.php
http://www.ehow.com.br/
http://saude.hsw.uol.com.br/sistema-digestivo2.htm
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_4184.html


domingo, 20 de julho de 2014

pH DO ESTÔMAGO - SISTEMA DIGESTÓRIO

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Num resumo: O aparelho digestivo tem 3 funções principais
DIGERIR - ABSORVER - ELIMINAR

A digestão ocorre na boca, estômago e intestino delgado (onde acontece a absorção dos nutrientes. A eliminação dá-se através do intestino grosso.

OUTROS ÓRGÃOS ASSOCIADOS AO SISTEMA DIGESTIVO
Fígado - bílis
Pâncreas - produz a maioria das enzimas digestivas. Quando sobrecarregado ou danificado por vírus, vacinas, álcool propílico ou por cálculos biliares que bloqueiam o canal pancreático, a digestão fica seriamente comprometida.

Os alimentos não digeridos ou mal digeridos podem permanecer no intestino fermentando ou entrando em putrefação.

pH DO ESTÔMAGO
O ácido do estômago, também conhecido como o ácido gástrico, é o primeiro agente digestivo do corpo. Segundo o Dr. Ronen Arai, escrevendo para YourTotal Health.com, diz que ácido do estômago é produzido "para ajudar a quebrar os alimentos e melhorar a digestão". O ácido do estômago é mais eficaz quando se tem um nível de pH baixo, tornando-se altamente ácido. Um pH incorreto e níveis anormais de ácido podem levar a complicações médicas, incluindo refluxo, úlceras e gastrite (inflamação do estômago).

A gama de pH ácido do estômago normal situa-se entre 1,5 e 3,5,. Esta acidez cria um ambiente ideal para a pepsina, enzima digestiva principal, quebrar a comida.

A parede do estômago possui cinco camadas, incluindo a mucosa, submucosa e camadas de músculos. A camada mais interna, a mucosa, produz ácido gástrico e pepsina. Volume de ácido do estômago normal varia de 20 a 100 mL e sua composição principal é de ácido clorídrico (HCl).

IMPORTÂNCIA DO Ph DO ESTÔMAGO SER ÁCIDO
O pH do ácido gástrico é importante na manutenção da digestão saudável, pois um pH demasiado baixo pode levar a lesões ulcerativas, enquanto que um pH anormalmente elevado impede a repartição adequada dos alimentos.

- Um estudo da Universidade Médica de Michigan também confirmou que a redução da acidez do estômago pode tornar o estômago mais suscetível a infecções bacterianas que podem causar úlceras e gastrites. Veja a importância do pH adequado. O corpo sempre trabalha em parceria. Neste foco do pH eles precisam estar corretos.

COMO ACONTECE A ALTERAÇÃO DO Ph

Os níveis de pH do ácido gástrico podem ser afetados por infecção, stress e outros fenômenos fisiológicos. Veja a importância do uso da ELETROTERAPIA - GFU que colabora com o reequilíbrio do pH do nosso corpo.
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_1065.html


Alta acidez (pH baixo) pode levar a dores de estômago e sensação de indigestão mas, ao contrário do que dizem algumas crenças populares, a alimentação tem pouco a ver com a acidez estomacal. Gloria Tsang, uma nutricionista para HealthCastle.com, aponta que beber leite para acalmar o estômago pode ajudar temporariamente, mas pode resultar em excesso de acidez posteriormente.

womentowomen.com
American Heritage Dictionary 
Universidade Médica de Michigan

domingo, 13 de julho de 2014

PH DA SALIVA - Ph SALIVA e CÁRIE - pH SALIVA e TÁRTARO - FUNÇÕES DA SALIVA - SALIVA E DIGESTÃO

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A digestão começa na boca.

Se estivermos com o pH da boca alterado já começamos com uma má digestão.  O estudo aqui colocado tem como foco o mantermos nosso pH OK em todos nossos sistemas para que eles possam fazer sua parte com precisão.  LUZ e PAZ Helô
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_5013.html


pH da saliva 
O pH da saliva é de 6.8 a 7.2.

Entretanto, este pH sofre variações no decorrer do dia em função do tipo de dieta alimentar, hábitos de higiene bucal, fluxo salivar, etc.

Quando o pH oscila, a saliva atua como um sistema tampão que promove o retorno do pH aos padrões ideais auxiliando na manutenção da homeostase.

 Esta capacidade tampão da saliva protege a boca de duas maneiras:
- preserva o equilíbrio da microbiota bucal evitando a colonização de bactérias potencialmente nocivas.
- neutraliza os ácidos produzidos pelos microrganismos que se fixam na placa bacteriana.

Visão odontológica.
Saliva e Cárie
Os fatores protetores da saliva em relação à cárie dentária são:
- fluxo salivar
- velocidade do fluxo
- concentração de íons cálcio e fosfato
- capacidade tampão
- sistema antibacteriano salivar



pH Salivar e Cárie
O dente e a saliva estão sempre trocando sais minerais. Entretanto, quando a saliva se torna ácida, o esmalte dentário passa a doar mais sais minerais ao meio bucal. Assim, o dente torna-se mais suscetível à cárie.
 ___________________________________

Saliva e Tártaro
A saliva é composta de moléculas viscosas de cadeia larga. Estas moléculas se depositam nos dentes e formam uma matriz. Esta matriz viscosa proporciona uma área ideal para fixação e precipitação do fosfato de cálcio em pH alcalino.



pH Salivar e Tártaro
O excesso de sais minerais presentes numa saliva com pH básico interfere na troca equilibrada deles entre o esmalte dentário e a saliva. Esta situação propicia maior deposição de sais minerais na superfície do dente favorecendo a formação do tártaro.



O que é Saliva 

A saliva é uma mistura homogênea de secreções produzidas principalmente pelas glândulas salivares e pelas glândulas bucais menores, que desenham uma função dupla: participação no processo de digestão e facilitação da deglutição dos alimentos.

Características da saliva 

A saliva é um líquido claro, viscoso, alcalino (pH entre 6 e 7), que contém em sua composição: 95% de água, 3% de substâncias orgânicas e 2% de sais minerais.

Além disso, também apresenta dois tipos de secreção proteica:
- uma secreção serosa e rica em ptialina, que contribui para digestão do amido;
- PTIALINA: Secretada pelas glândulas salivares situadas na boca, age sobre o amido. Atua melhor em pH neutro ou ligeiramente alcalino (pH de 6,2 a 7,2).


- AMILASE SALIVAR: Também é secretada pelas glândulas salivares e também age sobre o amido. Atua melhor em pH neutro ou ligeiramente alcalino (pH de 6,2 a 7,2).
- outra secreção mucosa, que contém mucina, elemento lubrificante que facilita a mastigação e a passagem do bolo alimentar pelo esôfago através da deglutição. 

Funções da saliva

A cada minuto se secreta uns 0,5 ml de saliva, exceto durante o sono, quando a secreção é escassa.

 A saliva desempenha um papel importante na manutenção dos tecidos bucais, uma vez que exerce um efeito de limpeza arrastando substâncias alimentares e micro organismos patogênicos que se não fossem removidos, contribuiriam com o surgimento de cáries dentais, infecções e deterioração dos tecidos. Como colocado acima em saliva na visão odontológica. Além disso, ela também possui enzimas proteolíticas e anticorpos proteicos que destroem as bactérias bucais.

Composição da saliva
Função
Mucinas
Proteção da mucosa oral contra agressores e lubrificação
α-amilase (ptialina)
Principal responsável pela digestão do amido em glicose
Lisozima
Bactericida natural
Imunoglobulinas
Parte do sistema imunológico responsável pela defesa da boca
Curiosidade sobre a saliva


O bom funcionamento da saliva é dependente de um pH bucal favorável, que no caso, gira em torno de 7,0. Qualquer alteração neste é capaz de dificultar a ação salivar, prejudicando o processo de digestão.


A saliva, que normalmente é rica em bicarbonato, neutraliza o ácido residual que entra em contato com o esôfago. Entretanto, a pouca salivação pode causar esofagite devido a não neutralização dos ácidos estomacais.

A SALIVA FAZ PARTE DO PROCESSO DIGESTIVO E SEU pH INFLUENCIA EM NOSSA DIGESTÃO. Colocando sobre em outro tópico.

A capacidade-tampão da saliva (CTS) é a propriedade de a saliva manter o seu pH constante a 6,9-7,0, graças aos seus tampões, mucinato/mucina, HCO3 / H2CO3 e HPO4 / H2PO4, que bloqueiam o excesso de ácidos e de bases.

 Os tampões mucinato/mucina e monofosfato/bifosfato agem da mesma forma, e assim, o elevado poder tamponante da saliva mantém a higidez da mucosa bucal e dos dentes.

A saliva protege a cavidade oral de duas maneiras: primeiro, evitando a colonização da boca por microrganismos potencialmente patogênicas, por negar-lhes as condições ambientais ideais, pois muitas bactérias necessitam de um pH específico para seu crescimento máximo; em segundo lugar, os microrganismos da placa podem produzir ácido a partir de açucares, os quais, não sendo rapidamente tamponados e limpos pela saliva, podem desmineralizar o esmalte.

A determinação da CTS se faz por titulometria, medindo-se o volume de ácido láctico 0,1 normal necessário para baixar o pH salivar de 6,9 para 3,7 (ponto de viragem do alaranjado de metila). E assim, podemos classificar os pacientes em três grupos:

1.    Pacientes medianamente susceptíveis à cárie dental: CTS = 40.
2.    Pacientes resistentes à cárie dental: CTS => 40.
3.    Pacientes muito susceptíveis à cárie dental: CTS <= 40.

Dentro de certos limites, a CTS funciona como um índice relativo de atividade de cárie dental.

http://www.saliva.com.br/saliva/saliva/ph
http://rachacuca.com.br/educacao/biologia/
http://www.todabiologia.com/
womentowomen.com
American Heritage Dictionary 
Universidade Médica de Michigan
http://www.todamateria.com.br/intestino-delgado/
http://www.sobiologia.com.br/
http://www.mundovestibular.com.br/
http://www.misodor.com/ANATOFISIOINTDELGADO.php
http://www.ehow.com.br/
http://saude.hsw.uol.com.br/sistema-digestivo2.htm
http://www.notapositiva.com/
http://equipedigestorio.blogspot.com.br/
http://www.portalsaofrancisco.com.br/
www.msd.pt

http://www.odontologiabiologica.com.br/especialidades/exames/capacidade-tampao-da-saliva

sábado, 12 de julho de 2014

pH nos fluidos corporais e suas variações.

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A ideia aqui é colocar de forma simplificada a importância do pH para evitarmos as doenças causadas por um desequilíbrio do pH em nosso corpo. Colocando separado por tópicos para facilitar. 
Mais em:http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_5013.html

Variações do pH nos fluidos corporais.


pH
saliva
6.8 a 7.2
sangue
7.35 a 7.45
Urina
4.8 a 8.0
Suco gástrico
1.2 a 3.0
Suco pancreático
7.1 a 8.2
Bile
7.6 a 8.6
Fluido vaginal
3.5 a 4.5
Semem
7.20 a 7.60


o sangue venoso é 7.35, o sangue arterial é de 7.4

Curiosidades:
 - O pH da água do mar é de 8.5 e do bicarbonato de sódio é de 12. 
- Um ácido é uma molécula ou íon (um íon é um átomo que carrega uma carga eléctrica positiva ou negativa)