Cada dia mais divulgado sobre a acidose como causa das doenças. Antigamente conhecíamos como sangue grosso ... sangue sujo. Uma realidade que apresenta soluções desde 1936 com os aparelhos criados por Rife e aprimorados até o GFU.
O corpo na sua perfeição faz um grande esforço para deixar um pH estável através desse reequilíbrio ácido-base, esse esforço desgasta e enfraquece o ser humano que perdendo suas defesas e seus sais minerais adoece com facilidade.
- Com a oxigenação celular e um pH mais estável o sangue se torna menos ácido.
- Um sangue menos ácidoé um sangue mais oxigenado- suas células ficam desaglomeradas, soltas e saudáveis para receber e utilizar de forma correta os nutrientes e realizar todas as suas funções.
Suas artérias e veias ficam limpas o que proporciona uma perfeita circulação sanguínea.
- Um sangue mais oxigenado é um sangue saudável, com um sangue saudável as doenças dificilmente acontecem pois os micro organismos patogênicos não sobrevivem em um corpo com um sangue oxigenado e "limpo"
A QUALIDADE DE VIDA DA CÉLULA DEPENDE DO PH DO SANGUE e de nutrientesde BOA qualidade.
Ph da Água e PH do sangue –
Importância de uma boa água.
Devemos consumir uma água mineral de BOA qualidade. Uma
água com um pH entre 7,0 e 7,5. Esse pH deve
ser natural e não adquirido com cloro e compostos químicos.
NOSSO SANGUE é composto de cerca de 90 a 95% de água.
E se estivermos saudáveis o pH vai estar entre 7,35 a 7,45
Caso não esteja com essas medidas o nosso corpo vai se
esforçar para que isso aconteça. De que forma?
Para manter o pH sanguíneo dentro destes valores vai
extrair minerais do organismo para manter o pH entre 7,35 e 7,45
Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se
ácido e propenso infestação por
parasitas e adoecemos.
Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das
células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido
para sobreviver.
Sendo assim, beber
água com um pH neutro ou levemente alcalino é também um dos meios que contribui
para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados.
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pH COMO O ORGANISMO EQUILIBRA - COMO O ORGANISMO REGULA O EQUILÍBRIO ÁCIDO BASE do ‘SANGUE’
O
organismo utiliza três mecanismos para controlar o equilíbrio ácido-base do
sangue.
Em
primeiro lugar, o excesso de ácido é excretado pelos rins, principalmente sob a forma de amônia. Esse processo demora
vários dias.
Em
segundo lugar, o corpo utiliza soluções tampão1
do sangue para se defender contra alterações súbitas da acidez. O tampão mais
importante do sangue utiliza o bicarbonato (um composto básico) que se encontra
em equilíbrio com o dióxido de carbono (um composto ácido). À medida que mais
ácido ingressa na corrente sanguínea, mais bicarbonato e menos dióxido de
carbono são produzidos.
À medida que mais base entra na corrente sanguínea, mais dióxido
de carbono e menos bicarbonato são produzidos. Em ambos os casos, o efeito
sobre o pH é minimizado.
O
terceiro mecanismo de controlo do pH do sangue envolve a excreção do dióxido de carbono.
O dióxido de carbono é um subproduto importante do metabolismo
do oxigênio e, consequentemente, é produzido constantemente pelas células.
O sangue transporta o dióxido de carbono até os pulmões, onde é
expirado. Os centros de controlo respiratório localizados no cérebro
regulam a quantidade de dióxido de carbono que é expirado através do controle da velocidade e profundidade da respiração.
Quando
a respiração aumenta, a concentração de dióxido de carbono diminui e o sangue
torna-se mais básico.
Quando a respiração diminui, a concentração de
dióxido de carbono aumenta e o sangue torna-se mais ácido.
Através do ajuste da
velocidade e da profundidade da respiração, os centros de controlo respiratório
e os pulmões são capazes de regular o pH sanguíneo minuto a minuto.
Uma alteração em um ou mais desses mecanismos de controlo do pH
pode produzir uma das principais alterações do equilíbrio ácido-base: a acidose
ou a alcalose. A acidose é uma condição na qual o sangue apresenta um excesso
de ácido (ou uma falta de base), acarretando frequentemente uma redução do pH
sanguíneo.
A
acidose e a alcalose não são doenças, mas sim consequências de vários
distúrbios.
Levemente ácido, o pH médio da
pele varia de 4,6 a 5,8. O potencial é responsável por combater bactérias e
fungos e ainda protege contra infecções, alergias, irritações e coceiras.
Determinado pela gordura e suor liberados pelas glândulas sebáceas e
sudoríparas, o pH ainda pode sofrer alteraçõesconforme a região do corpo e com o uso de produtos químicos. Assim, é
importante estar atento ao equilíbrio.
A faixa de idade é outra determinante do pH, como
explica Flávia Sternberg, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de
Dermatologia (SBD). Quando envelhecemos, a tendência é que o potencial torne-se
cada vez mais neutro, o que deixa a pele suscetível ao crescimento de bactérias
e surgimento de rugas, flacidez e de manchas.
Para entender melhor como funciona o processo,
confira, a seguir, a influência dos tipos de pH no cuidado da pele e como
manter uma rotina de cuidados que favoreça seu equilíbrio natural.
Pele seca - pH ácido
Sensível, fina e opaca, esse tipo de cútis tem poros visíveis, rugas finas e
que se descamam facilmente. Nesses casos, o índice de pH normalmente é inferior
a sete.
Pele normal - pH neutro
De aspecto liso, macio e com poros pouco visíveis, esse tipo de pele tem
pH igual a sete.
Pele oleosa - pH básico
Áspera, com brilho intenso, poros dilatados, poucas rugas, mas com cravos e
espinhas, tem pH superior a sete
Segundo Alessandra Marta, dermatologista e membro da Sociedade
Brasileira de Dermatologia (SBD),a pele tem ainda uma propriedade que regula o
pH, fazendo com ele retorne ao seu valor normal sozinho.
Para controlar os índices sem prejudicá-la, o ideal é o uso de produtos com pH neutro.
Além disso, deve-se evitar o uso de cosméticos com fragrância ou corantes.
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Valores de pH acima de 8 ou abaixo de 4,5 não
são fisiologicamente possíveis, não sendo por isso avaliados no exame da urina
por fitas reagentes. Um pH 9 está associado à conservação incorreta da amostra.
O pH urinário
aumenta em dietas ricas
em frutas e vegetais, alcalose metabólica sem perda de potássio, vômitos
prolongados, alcalose respiratória, infecção do trato urinário por
microrganismos que utilizam a uréia (por exemplo: Proteus spp., Pseudomonas
spp.), após refeições, acidose tubular renal, síndrome de Fanconi e terapia
alcalina.
Diminui em dietas ricas em proteínas, acidose
metabólica (por exemplo: acidose diabética), alcalose metabólica por perda de
potássio, acidose respiratória, infecções do trato urinário por Escherichia
coli, dietas hipoclóricas e diarreias severas.
Para avaliar o pH urinário, deve-se
considerar uma série de fatores e informações do paciente, tais como:
- Valor do equilíbrio
acidobásico do sangue.
- Função renal do
paciente.
- Presença de
infecção no trato urinário.
- Ingestão de
alimentos.
- Tempo transcorrido
depois da coleta.
O pH urinário é importante
principalmente por ajudar a detectar possíveis distúrbios eletrolíticos
sistêmicos de origem metabólica ou respiratória.
Por exemplo: Na acidose respiratória ou metabólica
não relacionada com distúrbios da função renal, haverá produção de urina ácida.
Ao contrário, se houver alcalose
respiratória ou metabólica, a urina será alcalina.
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O intestino grosso é um órgão que faz parte do sistema
digestório. É o local de absorção da água, tanto a ingerida quanto a
das secreções digestivas e de alguns nutrientes que o intestino delgado não
assimilou, é o local de armazenamento e eliminação dos
resíduos da digestão. Ointestino grossoé a parte final do tubo digestivo.
Os restos de uma refeição levam cerca de nove
horas para chegar ao intestino grosso, onde
permanece por três dias aproximadamente. Durante este período, parte da água e
sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou de resíduos), se
solidifica, transformando-se em fezes.Cerca de 30% da parte sólida das fezes
é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são constituídos por sais,
muco, fibras, celulose e outros não digeridos.A cor e estrutura das fezes são devido
à presença de pigmentos provenientes da bile.
O lado direito do intestino grosso (ceco,
cólon ascendente e parte do transverso) é responsável principalmente pela
absorção de água das fezes (desidratação das fezes), tornando-as consistentes.
O
cólon esquerdo (parte esquerda do transverso, descendente e sigmoide) serve de trajeto das fezes até sua chegada no reto (última parte do intestino grosso)
Nele distinguem-se três partes:
-Ocecoé a primeira parte dointestino grosso, que recebe o
conteúdo dointestino delgado.
- o cólon é a maior parte do intestino
grosso.
Se subdivide em 4 partes:
o cólon
ascendente ou direito, o cólon transverso que atravessa a cavidade abdominal da direita para a esquerda, o cólon descendente ou esquerdo e
a curvasignóide.
Quando o alimento chega ao cólon
descendente, o bolo fecal permanece estagnado por muitas horas, preenchendo as
porções da curva signóide e o reto.
- e o reto, que faz
comunicar o cólon com o exterior através do orifício retal, que apresenta uma
dilatação chamada ampola retal, cujo alargamento desencadeia o ato de
defecação.
É a parte final do intestino grosso, e
termina com o canal anal que se comunica com o exterior através do ânus, por
onde são eliminados os resíduos fecais.
Glândulas da mucosa do intestino grosso, secretam muco, que lubrifica o
bolo fecal, facilitando seu trânsito e sua eliminação.
A parte terminal do intestino grosso possui tecidos produtores de
células que atuam na defesa do organismo.
O orifício retal
encontra-se fechado por um músculo chamado esfíncter, situado à sua volta, em
forma de anel.
No intestino grosso os
alimentos não digeríveis são acumulados, sendo-lhes absorvida a água. Também é
aí que são armazenadas as fezes, antes de serem evacuadas.
Funções do Intestino Grosso
Absorção de água e de
certos eletrólitos
Síntese de
determinadas vitaminas pelas bactérias intestinais
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É no intestino delgado que ocorre a maior parte da digestão dos nutrientes, bem como a sua absorção, ou seja, a assimilação das substâncias nutritivas. O ph do intestino delgado é alcalino. Se não estiver alcalino não consegue fazer essa absorção e assimilação dos nutrientes.
Intestino Delgado
Intestino
delgadoé uma parte do tubo digestório médio, situado
entre o estômago e ointestino grosso.
Pode ser dividido em três
regiões: Duodeno – Jejuno e Íleo
- O duodeno é a
primeira porção e recebe o conteúdo do estômago. Quando esse conteúdo é empurrado
para o intestino delgado, é muito ácido, portanto essa parte é tolerante a pHs
baixos.
- Logo após a entrada, o duto pancreático excreta enzimas
pancreáticas ao alimento sendo digerido. Essas enzimas reduzem a acidez do alimento antes que ele chegue à parte
do intestino delgado que não é tolerante a pHs baixos.
- O duto biliar, que
carrega a bile do fígado, também se esvazia no duodeno e é responsável por
quebrar gorduras do alimento.
- O íleo é a maior parte e é responsável pela absorção de
vitamina B12 e o processamento final de carboidratos e proteínas. O final do
íleo é onde o intestino delgado e o grosso se encontram e também onde fica
localizado o apêndice.
Duodeno
O duodeno é a primeira
parte do intestino delgado. O processo de quebra continua com as enzimas do
pâncreas e a bile do fígado. Novamente, o peristaltismo ajuda a misturar esses
sucos.
A seção seguinte do
intestino delgado é o jejuno, seguido pelo íleo, que leva direto ao intestino
grosso. Essas duas partes tem como função principal absorver os nutrientes e aáguamais
do que quebram o alimento.
Jejuno
Porção intermediária do INTESTINO DELGADO,
entre o DUODENO e o ÍLEO.
Íleo
A porção mais estreita do INTESTINO
DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO.
Duodeno
Resumindo podemos dizer que no
duodeno todos os alimentos iniciam sua digestão.
Muitos alimentos de composição
simples (amido e açucares) e com pouca fibra são completamente digeridos e
absorvidos para o sangue no duodeno, de forma que nem chegam ao intestino
delgado.
No duodeno atuam a bile e também o suco
pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas.
A bile:
é produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar. O pH da bile oscila entre 8,0 e 8,5. Os sais biliares
têm ação detergente, emulsionando as gorduras (fragmentando suas gotas em
milhares de microgotículas).
O suco pancreático, produzido pelo
pâncreas, contém água, enzimas e grandes quantidades de bicarbonato de sódio. O pH do suco pancreático
oscila entre 8,5 e 9. Sua secreção digestiva é responsável pela
hidrólise da maioria das moléculas de alimento, como carboidratos, proteínas,
gorduras e ácidos nucléicos.
Jejuno
e íleo
- ao
longo dessas duas regiões a digestão continua e grande parte dos nutrientes é
absorvida pelo sangue.
A absorção dos nutrientes ocorre através de
mecanismos ativos ou passivos, nas regiões do jejuno e do íleo. A
superfície interna, ou mucosa, dessas regiões, apresenta, além de inúmeros
dobramentos maiores, milhões de pequenas dobras (4 a 5 milhões), chamadas
vilosidades; um traçado que aumenta a superfície de absorção intestinal.
Localizando
o intestino delgado no corpo
O intestino delgado fica localizado entre o estômago e o
intestino grosso, e é envolvido pela cavidade abdominal. Ele pode ser
encontrado no abdome, coberto por uma fina camada gordurosa. Por dentro, ele
contém dobras -- a maioria das quais são alimentadas por vasos sanguíneos,
contidos em uma membrana que o mantém unido. Essa é chamada mesentério.
Tamanho
do intestino delgado
O intestino delgado pode
alcançar o comprimento de até 7 m. É muito mais longo que o intestino grosso.
Ele é muito mais fino que o intestino grosso, por isso é chamado de
"delgado".
É no intestino delgado que ocorre a maior parte da digestão dos nutrientes, bem como a sua absorção, ou seja, a assimilação das substâncias nutritivas.
A
mucosa do intestino delgado secreta o suco entérico, solução rica em enzimas e de pH aproximadamente neutro.
No
intestino, as contrações rítmicas e os movimentos peristálticos das paredes
musculares, movimentam o quimo, ao mesmo tempo em que este é atacado pela bile,
enzimas e outras secreções, sendo transformado em quilo.
quimo (suco alimentar) que
vem do estômago. Ao término do processo digestório, o conjunto de substâncias
resultantes forma um líquido viscoso de cor branca chamadoquilo.
As
membranas das próprias células do epitélio intestinal apresentam, por sua vez,
dobrinhas microscópicas denominadas microvilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as
vitaminas.
Os
nutrientes absorvidos pelos vasos sanguíneos do intestino passam ao fígado para
serem distribuídos pelo resto do organismo.
Os produtos da digestão de gorduras
(principalmente glicerol e ácidos graxos isolados) chegam ao sangue sem passar
pelo fígado, como ocorre com outros nutrientes.
Absorção de nutrientes no intestino delgado
O álcool etílico, alguns sais e a água, podem ser absorvidos diretamente
no estômago. A maioria dos nutrientes são absorvidos pela mucosa do intestino
delgado, de onde passa para a corrente sanguínea.
Aminoácidos e açúcares atravessam as células do revestimento intestinal
e passam para o sangue, que se encarrega de distribuí-los a todas as células do
corpo. O glicerol e os ácidos graxos resultantes da digestão de lipídios são
absorvidos pelas células intestinais, onde são convertidos em lipídios e
agrupados, formando pequenos grãos, que são secretados nos vasos linfáticos das
vilosidades intestinais, atingindo a corrente sanguínea.
Depois de uma refeição rica em gorduras, o sangue fica com aparência
leitosa, devido ao grande número de gotículas de lipídios. Após uma refeição
rica em açúcares, a glicose em excesso presente no sangue é absorvida pelas
células hepáticas e transformada em glicogênio e sendo convertida em glicose
novamente assim que a taxa de glicose no sangue cai.
Absorção de água e de sais
Os restos de uma refeição levam cerca de nove horas para chegar ao
intestino grosso, onde permanece por três dias aproximadamente. Durante este período,
parte da água e sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou
de resíduos), se solidifica, transformando-se em fezes. Cerca de 30% da
parte sólida das fezes é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são
constituídos por sais, muco, fibras, celulose e outros não digeridos. A
cor e estrutura das fezes são devido à presença de pigmentos provenientes da
bile.
Resumo
Suco digestivo
Enzima
pH ótimo
Substrato
Produtos
Saliva
Ptialina
neutro
polissacarídeos
maltose
Suco
gástrico
Pepsina
ácido
proteínas
oligopeptídeos
Suco
pancreático
Quimiotripsina
Tripsina
Amilopepsina
Rnase
Dnase
Lipase
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
proteínas
proteínas
polissacarídeos
RNA
DNA
lipídeos
peptídeos
peptídeos
maltose
ribonucleotídeos
desoxirribonucleotídeos
glicerol
e ácidos graxos
Suco
intestinal ou entérico
Carboxipeptidase
Aminopeptidase
Dipeptidase
Maltase
Sacarase
Lactase
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
oligopeptídeos
oligopeptídeos
dipeptídeos
maltose
sacarose
lactose
aminoácidos
aminoácidos
aminoácidos
glicose
glicose
e frutose
glicose
e galactose
O suco entérico
O suco entérico (ou
intestinal) é produzido pelas células da parede do intestino delgado.
Em sua composição, existem muco e enzimas que deverão completar a digestão dos
alimentos. As principais enzimas presentes são:
sacarase, que atua na digestão da
sacarose, liberando glicose e frutose;
lactase, que atua na lactose
(dissacarídeo presente no leite), desdobrando-a em galactose e glicose;
maltase, que atua nas moléculas de
maltose formadas na digestão prévia doa amido, liberando moléculas de
glicose;
nucleotidases, que atuam nos nucleotídeos
formados na digestão dos ácidos nucléicos, liberando pentoses, fosfatos e
bases nitrogenadas;
peptidases, que atuam nos peptídeos,
levando à liberação de aminoácidos.
Função
do intestino delgado
O intestino delgado éresponsávelpor
absorver a maioria dos nutrientes encontrados nos alimentos.
Quando o alimento ingerido chega a ele, já foi mecanicamente
quebrado em líquido.
À medida que esse líquido
flui pela superfície interna do intestino delgado (que tem muitas pequenas
dobras, para aumentar a área da superfície), os nutrientes dos alimentos entram
em contato com os muitos pequenos vasos sanguíneos que o cercam.
O sangue então sai, carregando os nutrientes, eletrólitos da
água, vitaminas, minerais, gorduras e medicamentos por todo o corpo.
Pode levar entre três e
seis horas para que o alimento passe entre as extremidades do intestino delgado
e isso depende de sua composição; aqueles que contêm muita fibra movem-se mais
rápido.
Benefícios
de um intestino delgado saudável
Os benefícios de ter um intestino
delgado saudável:
- Por ser a parte do sistema
digestivo responsável pela absorção. Ele
é muito vascularizado, o que significa que tem muito sangue circulando. Portanto,
nutrientes, vitaminas e medicamentos podem entrar no corpo de forma rápida e
eficiente logo após deixarem o estômago.
-Durante o curso de um dia normal, ingerimos
numerosas bactérias, parasitas e vírus. As grandes áreas de superfície da
mucosa do intestino delgado representam um grande portal em potencial de
entrada para estes patógenos. -
O intestino delgado serve como uma
grande barreira imunológica, além do seu importante papel na digestão e na
função endócrina. Como resultado da exposição
antigênica constante, o intestino possui células linfoides abundantes (p. ex.,
linfócito T e B) e células mieloides (macrófagos, neutrófilos, eosinófilos e
mastócitos). Para lidar com a constante inundação de toxinas e antígenos em
potencial, o intestino evoluiu em um mecanismo altamente organizado e eficiente
para o processamento antigênico, imunidade humoral e imunidade celular.
Secreções que atuam no intestino delgado
Bile– secreção do fígado
armazenada na vesícula biliar. Ela é lançada ao duodeno através de um
canal e não contém enzimas digestivas; mas os sais biliares separam as
gorduras em partículas microscópicas, funcionando de modo semelhante a um
detergente, o que facilita a ação das enzimas pancreáticas sobre os
lipídios;
Suco
pancreático– é produzido pelo pâncreas. Possui várias
enzimas que atuam na digestão das proteínas, dos carboidratos e dos
lipídios;
Suco
entérico– é produzido pela mucosa intestinal. Possui enzimas
que atuam na transformação das proteínas, dos carboidratos, entre outras
substâncias.